Uma triagem de saúde de um minuto, pela câmera do celular
O colaborador da empresa atendida faz a leitura pelo próprio navegador, sem instalar aplicativo. Você leva à conta um retrato de risco da população antes do primeiro sinistro.
- Cerca de 1 minuto
- Sem instalar nada
- A imagem não é gravada
Funciona no Chrome, Safari e Edge — celular ou computador.
Quatro passos entre o colaborador e os números dele.
Nenhuma etapa escondida: abaixo estão as telas de verdade, na ordem em que elas aparecem.
É exatamente isto que o colaborador vê.
Consentimento e dados básicos no celular; depois a câmera, a análise e a pontuação — estas três em movimento, como acontecem de verdade.


O consentimento vem antes da câmera.
A primeira tela depois da abertura não pede o rosto: pede a autorização. Só depois dos três aceites o fluxo segue para os dados que calibram a leitura — e só então a câmera liga.
Telas 1 e 2: capturas do fluxo aberto em celular. Telas 3 a 5: recortes do filme do FaceScan, sem áudio. Os valores exibidos são de exemplo.
Mais de 30 parâmetros. Estes são os que aparecem no resultado.
Todos estimados a partir do mesmo sinal: o que o sangue faz sob a pele enquanto a câmera está ligada.
- Frequência cardíaca
- Variabilidade da frequência cardíaca
- Pressão arterial sistólica
- Pressão arterial diastólica
- Frequência respiratória
- Carga de trabalho cardíaca
- Risco de colesterol alto
- Risco de diabetes tipo 2
- Índice de estresse
- Pontuação geral de bem-estar
É triagem, não diagnóstico. O mapeamento indica onde vale investigar. Confirmação e conduta são sempre de médico, com exame laboratorial.
O risco já está na população, e boa parte dele sem cuidado.
Quatro números que o RH da empresa atendida costuma descobrir tarde.
Avaliação clínica na população de beneficiários das empresas atendidas pela Tutta. Rastreio aponta quem precisa de atenção, e a confirmação continua sendo do médico.
Não é mágica. É física e visão computacional.
A técnica se chama rPPG — fotopletismografia remota. Ela mede o pulso pela luz refletida na pele, sem tocar em ninguém.
- 01
A câmera filma o rosto da pessoa
Nenhum sensor especial, nenhum wearable. A câmera comum já registra variação de luz suficiente.
- 02
A luz atravessa a pele
Parte da luz ambiente penetra até a subderme e volta. A cada batimento, o sangue muda essa reflexão — em escala invisível a olho nu.
- 03
O algoritmo isola o sinal
Visão computacional separa o pulso do ruído: movimento, sombra, mudança de iluminação.
- 04
Os padrões viram números
Modelos treinados em milhões de registros clínicos convertem o padrão fisiológico em estimativa de sinais vitais.
Medir o rosto do colaborador não é guardar o rosto dele.
Dado de saúde é dado pessoal sensível na LGPD, e a arquitetura foi desenhada partindo disso. O que a Tutta precisa são os números — não a imagem, e nunca o nome de alguém dentro de um relatório para a empresa atendida ou para o corretor.


Um mapeamento responde por uma pessoa. Mil respondem pela empresa atendida.
O mesmo minuto de câmera, aplicado à população inteira, troca o palpite por dado: onde está o risco cardiovascular, qual turno precisa de atenção, quem a equipe clínica deve procurar primeiro. Sempre agregado e anonimizado — o individual nunca chega ao RH da empresa atendida, nem ao corretor.
- Risco populacional por área, turno ou unidade
- Casos críticos direcionados à equipe clínica
- Adesão sem logística: link ou QR Code, sem laboratório
Comece pelo contexto da conta
A contratação segue como conversa com o time — sem preço ou modelo comercial fechado nesta página.
Avaliar o caso de uso
Defina, com o time, a população da empresa atendida, a jornada de acesso e quem poderá ver cada tipo de informação.
Desenhar a implantação
Valide comunicação, consentimento, acompanhamento clínico e governança antes de ampliar para o restante da carteira.
O que costumam perguntar antes de começar.
Isso substitui exame de sangue ou consulta?
Não, e não deveria. O mapeamento é triagem: ele estima sinais vitais e aponta onde vale investigar. Diagnóstico é sempre de médico, com exame confirmatório.
O colaborador da empresa atendida precisa instalar algum aplicativo?
Não. Roda no navegador — Chrome, Safari ou Edge. Ele abre o link e começa.
A imagem do colaborador fica guardada?
Não. O vídeo serve para extrair os sinais e é descartado no processo. O que permanece são os números, não o rosto da pessoa.
A empresa atendida vai saber o resultado individual do colaborador?
Não. Em programas corporativos, o RH da empresa atendida recebe apenas dado agregado e anonimizado, por grupo. O resultado individual fica com o corpo clínico da Tutta, sob sigilo profissional — nem o RH, nem o corretor, têm acesso ao dado individual.
Quanto tempo leva de verdade?
Cerca de um minuto de câmera, mais um par de minutos para os aceites e os dados básicos (idade, altura, peso).
Funciona no computador?
Sim, se houver webcam. No celular a leitura tende a ser mais estável, porque é mais fácil manter o rosto parado e bem iluminado.
Tem custo para o colaborador?
Não. O mapeamento aberto é gratuito para quem faz: o colaborador vê o próprio resultado e decide se quer conversar depois. O modelo comercial para a empresa atendida é combinado com o corretor.
Leve o mapeamento para a mesa da conta, e não só para a proposta.
Em poucos dias a corretora tem uma leitura de risco da população da empresa atendida, sem campanha de laboratório e sem dado individual circulando.
Continue pela necessidade da conta
Conecte tecnologia, dados e operação sem perder o contexto da corretora e da empresa atendida.

